23 de mar. de 2010

SER FELIZ OU TER RAZÃO?

Oito da noite numa avenida movimentada. O casal já esta atrasado para jantar na casa de alguns amigos. O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair. Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita.
Ambos discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira a direita e percebe que estava errado. Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde. Mas ele ainda quer saber: Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais.
E ela diz: Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz! Estávamos a beira de uma briga, se eu insistisse mais, terí­amos estragado a noite.

Essa pequena historia foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independente de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: Quero ser feliz ou ter razão? Pense nisso e seja feliz!

22 de mar. de 2010

II CORÍNTIOS 4

2 Coríntios 4

1 Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos;

2 Antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade.

3 Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto.

4 Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.

5 Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos vossos servos por amor de Jesus.

6 Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo.

7 Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós.

8 Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados.

9 Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;

10 Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos;

11 E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na nossa carne mortal.

12 De maneira que em nós opera a morte, mas em vós a vida.

13 E temos, portanto, o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos também, por isso também falamos.

14 Sabendo que o que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também por Jesus, e nos apresentará convosco.

15 Porque tudo isto é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus.

16 Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia.

17 Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente;

18 Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.

8 de mar. de 2010

Pastores presos nas ferragens de acidente louvam à Deus com hinos e levam os bombeiros às làgrimas.


Dois pastores evangélicos e um motociclista morreram num acidente envolvendo sete veículos, na manhã de ontem (24/02/2010), na Rodovia do Contorno, trecho da BR 101 que liga Serra a Cariacica na região metropolitana de Vitória, no Espirito Santo.Os religiosos pertenciam à Igreja Assembleia de Deus e haviam saído de Alegre, município da Região Sul do Estado, rumo a uma convenção estadual da igreja em Nova Carapina II, na Serra.Os veículos - cinco caminhões, uma moto e um automóvel Del Rey - bateram um atrás do outro. O engavetamento aconteceu às 8h15, no quilômetro 277, na Serra. Os pastores estavam no carro.Tudo começou quando um caminhão freou por causa do intenso fluxo de carros no sentido Cariacica - Serra. Os veículos que vinham atrás dele frearam também, mas o último caminhão - de uma empresa de cerveja - não conseguiu parar a tempo. Com isso, os veículos que estavam à frente foram imprensados uns contra os outros.Os pastores José Valadão de Souza e Nelson Palmeira dos Santos e o motociclista Jonas Pereira da Silva, 52 anos, morreram no local. Dois outros pastores, que também estavam no Del Rey, sobreviveram, e o motorista de um dos caminhões sofreu arranhões nas pernas. Nenhum dos outros caminhoneiros ficou ferido.O proprietário e condutor do Del Rey é o pastor Dimas Cypriano, 61 anos, do município de Alegre. Ele saiu ileso do acidente e teve ajuda do motorista José Carlos Roberto, carona de um dos caminhões, para sair do veículo.Seu amigo de infância, o pastor Benedito Bispo, 72, ficou preso às ferragens. Socorristas do Serviço Médico de Atendimento de Urgência (Samu) e bombeiros fizeram o resgate dele. O pastor teve politraumatismo e foi levado para o Hospital Dório Silva, na Serra.A mulher de Benedito chegou a ver o marido sendo socorrido e teve que ser amparada por um familiar. Ela também seguia para a convenção num outro veículo. A rodovia ficou interditada durante vários momentos da manhã de ontem nos dois sentidos. O trecho só foi totalmente liberado no início da tarde.O pastor Dimas Cypriano, que sobreviveu ileso ao acidente na manhã de ontem, no Contorno, contou que usava cinto de segurança e que ficou preso ao tentar sair. Ele dirigia o Del Rey e disse que precisou de ajuda para sair do carro. Mas depois continuou no local, acompanhando os trabalhos de resgate do colega, Benedito Bispo. Nas mãos, levava uma Bíblia que ficou suja de sangue. Mas isso não impediu que o pastor orasse durante o socorro.O mais comovente do triste episódio, foi o relato dado pelos dois pastores sobreviventes, populares e pelos bombeiros que tentavam tirar os pastores, ainda com vida, presos às ferragens.As testemunhas citadas, contam que os pastores Nelson Palmeiras e João Valadão, presos nas ferragens, em meio a um mar de sangue que os envolvia, começaram a cantar o Hino 187 da harpa cristã:

Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Ainda que seja a dor
Que me una a ti,
Sempre hei de suplicar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Andando triste
Aqui na solidão
Paz e descanso
A mim teus braços dão
Nas trevas vou sonhar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Minh'alma cantará a ti Senhor!
E em Betel alçará padrão deAmor,
Eu sempre hei de rogar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
E quando Cristo,
Enfim, me vier chamar,
Nos céus, com serafins irei Morar
Então me alegrarei
Perto de ti, meu Rei, meu Rei,
Meu Deus de ti!

Aos poucos suas vozes foram se silenciando para sempre.As lágrimas tomaram conta dos bombeiros, acostumados a resgatar pessoas em acidentes graves, porem jamais viram alguem morrer cantando um hino; como foi o caso dos pastores Nelson Palmeiras e João Valadão .

Notícia disponível no O Galileo

PASSAR POR SAMARIA NÃO É FÁCIL...


“E era necessário passar por Samaria”. (Jo. 4.4)
"A idéia de reino dos povos antigos era de que quanto maior fosse o reino, mais sangue havia corrido. Para que os reinos se expandissem era necessária a guerra, o conflito, a devastação do reino a ser tomado. Os relatos históricos das guerras eram terríveis. Devastação total das casas, templos, lavouras. Humilhação de todos os tipos, desde moral à sexual. Porém, Jesus quebra essa regra do mal, oferecendo uma visão revolucionária de reino. No reino de Cristo, ninguém tira sangue, apenas compartilha o seu. É um reino que supera conflitos.
Samaritanos, judeus, romanos, bárbaros, vidas conflitantes. Ainda hoje, em muitos lugares, a vida é feita da mistura explosiva do ódio e do preconceito. O reino macabro ainda subsiste. É necessário quebrar essa regra. O caminho da superação dos conflitos não é feito de uma hipócrita negociação de paz. Também não é feito de uma pseudo diplomacia impessoal. É feito do contato, do “ir até lá”, do passar por Samaria. E nunca é fácil passar por Samaria...
Conflitos deixam marcas. Produzem rachaduras no edifício dos relacionamentos. Essas rachaduras são sinais de que a unidade foi comprometida. Quando nossos relacionamentos estão quebrados ficamos com uma imensa sensação de vazio. Passar por Samaria não é fácil, exige o senso de renúncia, o dolorido controle do ego, do abrir­-se ao outro, do perdão. Exige a coragem para abraçar quem nos feriu, e só a graça de Deus pode destruir o impacto terrível da maldade contida nessa não manifestação da Graça.
Pense: Como está sua Samaria? Há conflitos em sua história? Sua família é lugar de refúgio ou uma terra da revolta onde o caos se instalou? Aprenda com o mestre do consolo. Cristo sabia que o passar por Samaria não seria fácil, mas ele foi lá. E, porque ele foi lá, nós podemos enfrentar a Samaria que habita os nossos sonhos, que coexiste com nossas famílias. O que Jesus vê em Samaria não é o conflito travado, mas a fantástica bandeira do amor hasteada em cada porta e em cada alma.
Jesus conhece nossa Samaria. Se o convidarmos, ele passará por lá e realizará a grandeza de todo o seu ser e realidade. Graças a Deus por Jesus ter passado em Samaria. Não é fácil, mas é possível."
 
Extraído
 

3 de mar. de 2010

NEM SEMPRE DEUS AGE COMO EU GOSTARIA

(2 Rs 5.1-14)
Muitas vezes nos deparamos com pessoas cheias de honras, ocupando cargos de poder, bem vistas socialmente, tidas como pessoas de bem, reconhecidas por seus feitos nobres, mas, por baixo do uniforme cheio de medalhas...

Naamã era assim. Além de comandante do exército da Síria, ele era também um herói de guerra, reverenciado por seus feitos em batalha a favor do seu povo. Olhando para nossos dias, poderíamos dizer que sobre seu peito, presas ao seu uniforme de comandante, deveriam existir muitas medalhas de honra ao mérito. Alguém que aparecia com imponência aos olhos do povo. Mas, diz também o texto que “era ele herói de guerra, porém leproso”. Que afirmação triste para um herói de guerra: medalhas no uniforme, lepra no corpo!

Como no Antigo Testamento a lepra estava associada ao pecado, podemos dizer que Naamã era herói de guerra, porém pecador. Encoberto pelo seu uniforme de comandante estava o seu pecado! Naamã era um homem que tinha liderança, honras, “status”, influência no seu contexto, muitos comandados sob seu governo, mas tinha também pecado escondido na sua vida! Até que um dia a misericórdia de Deus se revelou a ele, através de uma criada hebréia da sua casa, que lhe mostrou o caminho da solução – o poder de Deus através do profeta Eliseu. Muitos hoje estão como Naamã: medalhas por fora, pecados por dentro! Precisamos, como líderes em Cristo, aprender com a história de Naamã, que nos mostra pelo menos três aspectos importantes quanto à operação de Deus.

A) O PADRÃO DA OPERAÇÃO DE DEUS NEM SEMPRE É O NOSSO!

Naamã foi a Samaria buscar solução para sua lepra, mas foi esperando que Deus operasse do seu jeito: através dos toques, invocações e encenações de Eliseu. Estabeleceu um padrão para Deus operar, conforme seu entendimento, suas preferências pessoais, seus conceitos. Como não estava acostumado a ser confrontado em seus conceitos e preferências, saiu indignado! Muitos de nós somos assim: queremos que Deus nos limpe, mas do nosso jeito, conforme nossos paradigmas, nossos conceitos, nossas preferências. Tal como Naamã, todo líder (ou candidato a tal) precisa ser tratado no orgulho, na vaidade, na rebelião que está escondida por baixo das medalhas! Deus tem seus próprios padrões. Aleluia!

B) DEUS NÃO OPERA SEGUNDO O QUE NÓS TEMOS, MAS SEGUNDO O QUE PRECISAMOS!

Naamã não se conformou em ter que mergulhar no rio Jordão para ser curado. Para ele, além de mergulhar num rio não ser exatamente o que ele esperava como o padrão de operação de Deus, na Síria havia rios muito melhores! Por que então Deus não os utilizou? Afinal, isto seria o mais lógico. Muitos são assim como Naamã: esquecem-se da soberania e da infinita sabedoria de Deus, que pode usar as coisas mais inadequadas aos nossos olhos, para nos abençoar, simplesmente porque os olhos de Deus estão em nosso coração, onde está a nossa real necessidade (quebrantamento, humilhação, renovação de mentalidade). Deus não operaria na vida de Naamã em função do que ele era ou tinha, mas em função do que ele precisava – e ele precisava ser confrontado! Por isto, muitas vezes, somos levados por Deus a mergulhar nos vários tipos de Jordão da vida.

C) O QUE DEUS FAZ É IMPORTANTE, MAS, ÀS VEZES, A PRINCIPAL OBRA DE DEUS EM NOSSAS VIDAS É FEITA PELA MANEIRA COMO ELE FAZ!

Mais importante que mergulhar no rio Jordão e curar a lepra, foi quebrantar o coração orgulhoso e vaidoso de Naamã. Mais importante que fazer a nova pele surgir, foi fazer Naamã tirar o velho uniforme de comandante, cheio de medalhas, que escondia a sua lepra. Mais do que mergulhar no Jordão, ele precisava aprender a prostrar-se diante da Palavra e do poder de Deus. Ele precisava experimentar submissão, obediência, humildade e quebrantamento. A principal obra de Deus em Naamã era no seu caráter, no seu coração. Como ele, que liderava muitos batalhões, hoje, muitos discípulos precisam ser libertos da síndrome de Naamã - a velha mentalidade de que se pode ser líder sem ser modelo, isto é: ser líder com pecado escondido, vitórias por fora, derrotas por dentro. Para Deus, tão importante quanto pele nova é ter coração novo e mentalidade renovada. Na verdade, mais do que cura física (lepra), a função do rio Jordão, nesse caso, foi libertá-lo das cadeias que o acorrentavam na alma e no espírito. Só depois de ter-se humilhado, quebrantado, submetido e obedecido é que a sua cura se manifestou; para isso, ele precisou mergulhar sete vezes! Havia muita resistência para ser quebrada, muito conceito para ser mudado, muitos paradigmas para serem derrubados, muita sabedoria e conhecimento humanos para serem confrontados e renunciados. Creio que a cada mergulho algo terrível era arrancado da alma daquele homem, até que, após o último, ele levantou-se liberto! Sua pele estava limpa, porque seu coração e sua mente haviam sido tratados por Deus. Aleluia! Quando a libertação chega, o pecado sai!

De uma forma ou de outra, todos nós precisamos do teste do Jordão. Ele nos chama para um nível mais profundo de libertação e cura. Vez por outra, no processo de nos fazer líderes de multidões, o Senhor nos coloca diante do Jordão para mais um mergulho libertador e curador. Afinal, no Reino de Deus, a humildade e o quebrantamento precedem a honra, e a submissão e a obediência são as principais medalhas de um líder. Portanto, não se indigne com os tempos de Jordão. Muitas vezes Deus precisará usá-los para nos moldar, para tratar do nosso caráter.

O que tem sido o “seu Jordão”? O que tem sido um teste de humildade, quebrantamento, submissão e obediência para você? As circunstâncias desagradáveis? O seu trabalho? O seu chefe? O seu líder de célula ou de rede? Os seus pastores? Os seus liderados “problemáticos”? Não rejeite o “seu Jordão”; encare-o de frente como um teste divino de liderança e cresça. Deus quer libertar e curar você. Deus quer fazer de você um líder de muitos discípulos, mas antes você precisa ser modelo, ter o caráter tratado e a mentalidade renovada.
Continue firme – a vitória é nossa em Cristo Jesus!

ALVO DA MINHA ADORAÇÃO

Senhor eu vim aqui te encontrar,
Pelo meu louvor, te exaltar,
Eu bem sei que muitas vezes,
as palavras deixam de expressar tua pessoa.
Que a minha vida te exalte,
além do meu falar Senhor,
Que a minha vida te exalte,
além do meu cantar Senhor.
Senhor eu vim aqui te encontrar,
Pelo meu louvor, te exaltar,
Eu bem sei que muitas vezes,
as palavras deixam de expressar tua pessoa.
Que a minha vida te exalte,
além do meu falar JESUS,
Que a minha vida te exalte,além do meu cantar JESUS.
Òoo,vem Senhor,Jesus.
Tu que és o meu melhor amigo,
o mais seguro abrigo.Te amo.
Tu que me ocultaste a tua face,
me ocultaste o som da tua voz,
porém...Conheço o teu coração
O teu amor não me ocultaste, Senhor.
Eu que sou o alvo,desse teu amor,JESUS.
Venha ser o alvo da minha adoração,JESUS.

18 de jan. de 2010

LEVITA, O GUERREIRO QUE PROTEGE

Existem muitos levitas, não somente pelo Brasil, que dizem ser levita, porém não exercem a metade do oficio designado pela bíblia para eles. O ministério levítico vai alem do altar, porque o que Deus tem para os levitas também esta alem do altar, por isso Ele nos pede para irmos além, pois quando vamos além, conseguimos conquistar muito mais. Conquistas é uma palavra que está intimamente ligada à tribo dos levitas, pois levita não descansa enquanto não ver o seu território conquistado e a profecia cumprida.
A palavra levita originou-se de uma das tribos de Israel, a tribo de Levi. Levi foi terceiro filho de Jacó, e o número três além de apontar para um novo começo aponta também para a trindade (Pai, Filho e Espírito Santo), Deus sempre terá um novo começo para os levitas não importa o que aconteceu, o que importa é o que você fará com a unção que Ele colocou sobre você a partir de agora.
O nome Levi tem um significado muito especial: UNIDADE. Não tinha nome melhor para Jacó dar ao filho que representava a trindade! O ministério levítico é responsável pela voz profética da unidade dentro da igreja. Quando o ministério é unido reflete na igreja, pois a igreja é ministrada através da união dos levitas e o Espírito santo se move. Afinal Jesus disse que onde estiver dois ou mais reunidos no nome dEle, ali Ele estaria. Para haver presença de Jesus no local, mover do Espírito, curas, restaurações, transformações, sinais e muito mais, é necessário haver uma união, precisamos estar unidos, e essa união começa do altar para a igreja.
A união dos levitas te um objetivo: unidos para conquistar novos territórios. E é impossível pensar em conquistas sem pensar em guerra. Não é somente ter unidade para conquistar, é ter unidade em guerra para conquistar, pois conquistas são vitórias de guerras. Então podemos dizer que a tribo de levitas é a tribo da união, porém, para honrarmos esse nome que há sobre nós não é fácil, para se ter união, é uma guerra. Satanás não quer união entre nós, pois quando somos unidos, conseguimos viver a palavra de Efésios 6:12, focalizamos o nosso alvo de guerra em satanás e suas estratégias e paramos de lutar contra carne e sangue, contra nossos irmãos. O principal alvo do diabo é fazer você se desentender com alguém dentro de sua equipe ministerial, ter problemas de relacionamentos, porque quando isso acontece, nós tiramos o foco da guerra espiritual (no diabo) e colocamos o foco da nossa guerra em pessoas, e quando fazemos isso deixamos o caminho livre para satanás agir como ele quer. Precisamos resgatar o principio da unidade em nossos ministérios, pois a igreja às vezes sofre por falta de maturidade da equipe levítica.
Em Gênesis 34:25-29, vemos uma historia fantástica que aconteceu com os filhos de Jacó. Diná, irmã de Levi havia sido desonrada, violentamente estuprada por Siquém, governador daquela região, e levada para sua casa. A bíblia narra que Levi uniu-se a Simeão, seu irmão, e juntos tomaram da espada e atacaram a cidade de Siquém totalmente desprevenida matando todos os homens que nela havia. Inclusive Siquém e seu pai Hamor. Simeão e Levi recuperaram sua irmã Diná, Saquearam a cidade apoderaram-se dos bois, ovelhas, jumentos, todo fruto do campo e todos os bens que havia na cidade.
Bem, o primeiro ponto que gostaria de ressaltar nessa historia é que o levita sempre estará disposto a entrar em qualquer guerra a fim de proteger o seu irmão e nunca desonrá-lo. Levi não havia aceitado a desonra que sua irmã estava sofrendo e foi protegê-la. Assim é o levita, não permite que ninguém toque em seu irmão, e quando toca é guerra! Proteja seu irmão, nunca o desonre e nem deixe ninguém desonrá-lo.
Em segundo lugar, Levi não estava sozinho, estava acompanhado de seu irmão Simeão na operação Diná. Simeão significa atencioso, aquele que ouve. Um levita nunca anda sozinho, sempre terá um atencioso consigo para ajudá-lo, para mim, a tradução de amigo seria Simeão (atencioso). Porém é necessário cuidado com esses atenciosos que nem sempre trazem honra para nós, afinal o levita nunca anda sozinho, seja na guerra para proteção, seja na rebelião contra seus lideres. É raro um levita desviar ou sair do propósito sozinho, na maioria das vezes carrega alguém. Cuidado com as companhias!
Em terceiro lugar, Simeão e Levi atacaram a cidade de Siquém, porém estava desprevenida. Um levita sempre terá uma estratégia contra seu inimigo e prosperará. Naquela época onde as guerras por tomadas de territórios eram constantes, seria um pouco difícil achar alguma cidade desprevenida de vigias e sentinelas. Mas a bíblia relata que Simeão e Levi tiveram uma estratégia e atacaram a cidade desprevenida. Assim será na sua vida Deus trará sobre os levitas do Brasil uma unção de sabedoria e estratégias em guerra, e o tempo da desonra ministerial esta com seus dias contados. Deus te levanta como um guerreiro para proteger seu chamado.
E em quarto lugar, os irmãos matam o inimigo (Siquém, o estuprador) e resgatam Diná do terreno do inimigo. A chamada do levita é de nunca deixar seu irmão longe de casa, longe do altar de Deus. Aconteça o que acontecer, o levita toma da espada, mata o inimigo, e resgata seu irmão da desonra trazendo de volta para a casa do Pai.
Assim como está escrito em Eclesiastes 4:12, o ministério levítico também é como um cordão de três dobras, que do original traduz-se: nunca pode ser quebrado. Isso é uma aliança, e como em toda aliança, se você a honra, você receberá honra dobrada da aliança. A palavra Levi aponta também para o elo perfeito que não tem começo nem fim. O chamado levítico não é passageiro, afinal o chamado vem de Deus, e o que vem de Deus não é passageiro, permanece para sempre.
Que o Senhor te abençoe com honra e te faça permanecer inabalável no chamado que Ele tem para sua vida!


Thiago Oliveira Martins

Líder do ministério de dança Projeto Vida

Terra do Avivamento


11 de dez. de 2009

SEU CAVALO "PODE VOAR"

"Não temas, crê somente" (Marcos 5:36)

Um poderoso rei condenou um humilde súdito à morte. O homem, prestes a ser executado, propôs e teve a concordância do rei, permiti-lo ensinar o cavalo real a voar. Caso não conseguisse, no prazo de um ano, então sua sentença Seria cumprida. "Por que adiar o inevitável?" perguntou-lhe um amigo. "Não é inevitável," ele respondeu, "as chances são Quatro a um a meu favor. Dentro de um ano:
O rei pode perder o trono.
Eu posso Fugir.
O Cavalo pode fugir.
Eu posso ensinar o cavalo a voar.
Freqüentemente nos vemos diante de obstáculos difíceis e aparentemente impossíveis de transpor. Por mais que busquemos soluções, elas parecem não existir. o primeiro impulso nos convida a desistir, mas é preciso que jamais esqueçamos que para o nosso amado Deus todas as coisas são possíveis. Há alguns séculos atrás, costumava-se dizer que o homem jamais poderia voar. "Se Deus quisesse que o homem voasse, teria lhe dado asas." Porém, hoje, em poucas horas o homem atravessa um oceano e vai para outro continente! Assim como o súdito de nossa estória, aprendamos a olhar a situação com otimismo. Para cada possibilidade adversa, muitas favoráveis poderão ser encontradas, e, com muita fé e determinação, o que parecia impossível logo será realidade. Não esmoreça nunca.
Mesmo que tudo indique o contrário, creia: o seu cavalo pode voar!

10 de dez. de 2009

EU NEGUEI A JESUS...

Estava lendo um texto que fala sobre a negação de Pedro, quando senti meu espírito inquieto e triste com o que estava lendo. Era como se alguém me dissesse: você fez isso. Fui ver o que o Aurélio diz sobre negar, e uma das acepções é a seguinte: “não se apresentar, ausentar-se...” Fiquei meio assustado ao ler isso. E triste. Muito triste.


Entendi que já neguei e, pior, tenho negado meu Senhor muito mais vezes do que pudesse imaginar. Quantas vezes fui chamado a fazer algo no Reino de Deus e “não me apresentei”? E eu tinha motivos muito justos pra não ir. Tenho muitos compromissos importantes e não posso faltar. Não tenho tempo pra isso agora. Minha agenda ta apertada. O meu tempo está realmente escasso. Fica pra outra vez... Quantas vezes deixei de comparecer aos meus encontros com Jesus (na intimidade, no lugar secreto), porque acordei meio indisposto, acordei atrasado e tinha um compromisso importante (e dói constatar que já considerei muita coisa “mais importante” do que estar um tempo com Jesus). Eu nego Jesus quando me ausento, quando não me apresento, quando tenho coisas mais importantes pra fazer, quando priorizo outras coisas antes do “Reino de Deus e sua justiça”, quando inverto a ordem e busco acrescentar todas as coisas antes da busca do Reino. Eu nego Jesus e neguei muitas vezes... É duro admitir. É duro constatar.
Mas é verdade. É fato. O meu consolo é saber que Jesus me ama apesar disso. Ele conhece os meus limites, minhas imperfeições, minha indisciplina e incapacidade pra ser coerente com o amor que tenho por Ele.
Ele sabe que eu O amo. Apesar de tudo e mesmo assim, Ele me ama. E me aceita exatamente do jeito que eu sou e me aperfeiçoa nas minhas fraquezas. Ele me amou antes da fundação do mundo, quando eu nem ainda existia e era massa informe, ele já me conhecia e amava. Antes que eu fosse sequer um projeto de vida para os meus pais, ele já tinha planos eternos pra minha vida e pra minha alma. E é muito bom saber disso. Saber que Ele já me perdoou “na cruz”. Que já levou sobre si os meus pecados (inclusive as vezes que O neguei e nego), minhas dores, minhas transgressões, minhas doenças e que o castigo que me traz a paz que excede todo entendimento estava sobre Ele. É muito bom saber que apesar de tudo e mesmo assim, Ele me compreende e não desiste de mim nem dos Seus propósitos pra minha vida. Que todas as vezes que faltei a um encontro com Ele, Ele esteve lá. Eu deixei que Ele ficasse esperando e não fui, mas Ele esteve lá. E mesmo assim, mesmo com tantas ausências minhas, com tantas faltas, com tantas decepções que lhe causo, com tanta insensatez de minha parte, Ele sempre me perdoa, me aceita, me recebe de volta, sem cobrar nada, sem reclamar de nada, sem me acusar de nada (Ele sabe que levou minha condenação sobre si), sem me humilhar por tantas vezes que o entristeço... Ele sabe que eu O amo. Ele me conhece total e profundamente. E sabe que o meu jeito de ser é imperfeito. O meu jeito de amar é imperfeito. O meu jeito é humano, portanto falho, ingrato, imperfeito... Ele é perfeito. Seu amor é perfeito. Por isso aceita o meu pequeno e imperfeito amor por Ele. Por isso entende. Amor insondável, incompreensível, ilimitado, perfeito... só o amor de Jesus. Tudo crê. Tudo suporta. Tudo espera. Não lança em rosto... Amor perfeito. Essência do Amor. O próprio Amor. Jesus. Ele sabe e aceita minhas limitações e falhas. Ele me amou muito antes. Antes da fundação do mundo. E faz muito pouco tempo que existo e vim a conhecê-lo e a amá-lo. Ele sabe disso. Aleluias! É duro. É triste. É difícil constatar e aceitar. Mas já neguei Jesus muito mais vezes do que imaginava. Já entristeci o coração dEle vezes sem conta.Mas é muito bom saber que Ele me ama. E vai continuar me amando e me ensinando, aos poucos e sempre, me aperfeiçoando nas minhas fraquezas, o jeito certo, correto e digno de amá-lo. Ele é Santo.
Ele é Digno.
Ele é Perfeito.
Ele é Deus.
Ele é Jesus.
Ele é Amor.
Ele é o Princípio.
Ele é o Fim.
Ele é a Totalidade de todas as coisas. Glória, pois a Ele eternamente, Amém!

9 de dez. de 2009

O PREÇO DO AMOR

Uma tarde, um menino aproximou-se de sua mãe, que preparava o jantar, e entregou-lhe uma folha de papel com algo escrito. Depois que ela secou as mãos e tirou o avental, ela leu:
- Cortar a grama do jardim: R$3,00
- Por limpar meu quarto esta semana R$1,00
- Por ir ao supermercado em seu lugar R$2,00
- Por cuidar de meu irmãozinho enquanto você ia às compras R$2,00
- Por tirar o lixo toda semana R$1,00
- Por ter um boletim com boas notas R$5,00
- Por limpar e varrer o quintal R$2,00
- TOTAL DA DIVIDA R$16,00
A mãe olhou o menino, que aguardava cheio de expectativa. Finalmente, ela pegou um lápis e no verso da mesma nota escreveu:
- Por levar-te nove meses em meu ventre e dar-te a vida - NADA
- Por tantas noites sem dormir, curar-te e orar por ti - NADA
- Pelos problemas e pelos prantos que me causastes - NADA
- Pelo medo e pelas preocupações que me esperam - NADA
- Por comidas, roupas e brinquedos - NADA
- Por limpar-te o nariz - NADA
- CUSTO TOTAL DE MEU AMOR - NADA
Quando o menino terminou de ler o que sua mãe havia escrito tinha os olhos cheios de lágrimas. Olhou nos olhos da mãe e disse: "Eu te amo, mamãe!!!" Logo após, pegou um lápis e escreveu com uma letra enorme: "TOTALMENTE PAGO".
Assim somos nós adultos, como crianças, querendo recompensa por boas ações que fazemos. É difícil entender que a melhor recompensa é o AMOR que vem de Deus. E para nossa "sorte" é de GRAÇA! Basta querermos recebê-lo em nossas vidas!

8 de dez. de 2009

ERROS passados movem moinhos?


ERROS passados movem moinhos? Que remorso......a volta ao passado envolve o potencial de, num certo lugar e instante, reparar uma determinada AÇÃO que consideramos desastrosa...
Sempre gostei de histórias de ficção científica, e já li centenas de livros do gênero, principalmente nos anos da minha juventude, quando tinha algum tempo livre. Um dos meus autores preferidos era Isaac Asimov, que publicou clássicos como “I, Robot” (Eu, Robô),1950.Os anos passaram... E várias idéias que antes eram mera fantasia, hoje são parte da nossa realidade. Mas há algo que nunca se concretizou: a criação de uma MÁQUINA do TEMPO. Além do “sonho” de visitar um futuro distante, ou regressar milhões de anos na época dos dinossauros, a volta ao passado envolve o potencial de, num certo lugar e instante, reparar uma determinada AÇÃO que consideramos desastrosa. Ora, falhas passadas lançam sobre nós dois desafios angustiantes: o primeiro, a consciência de que poderíamos ter feito melhor, ou evitado a “mancada” pela qual nos culpamos repetidas vezes. O segundo incômodo é a conseqüência prática, resultado da perda.Infelizmente, a tal máquina do tempo não está a nossa disposição. Então parece impossível corrigir o erro profissional, o investimento equivocado, a palavra dita na hora errada, ou a escolha que não deu em nada...Nesses casos, precisamos mudar nosso enfoque, entender que a vida é ÚNICA e que ninguém pode evitar todas as coincidências e caminhos cruzados que surgem diante de nós. Lamentar erros passados, e ficar presos a eles, irá tão-somente fragilizar nosso hoje e diminuir o POTENCIAL FUTURO.Porém, muitas falhas passadas produzem efeitos PASSÍVEIS de REPARO, e podem ser transformadas em algo BOM, se nos dispusermos a trabalhar sobre elas no agora.Isso é uma notícia boa. Então vamos ver o seguinte:- Temos que aprender com nossas falhas para mostrar inteligência, e aprender com os erros alheios para mostrar sabedoria, motivo pelo qual o salmista Davi afirma:Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios. (Salmos 90: 12).- Se para nós os erros e descuidos passados parecem algo impossível de mudança – e irão comprometer nossa vida com o um todo - Deus, que tudo pode, afirma que devemos esquecê-los, pois Ele tem algo melhor e completamente novo a nos oferecer daqui para a frente:Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas.Eis que faço uma coisa nova; agora está saindo à luz; porventura não a percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo. (Isaias 43:18-19).Vamos recomeçar do “hoje”, deixar o que passou - pois não é mais real, são somente lembranças - e construir, com o apoio de Deus, algo novo e melhor, afinal somos mais sábios pelo que já vivemos.Texto de autoria de Pastor Elcio Lourenço. Que remorso...Sempre gostei de histórias de ficção científica, e já li centenas de livros do gênero, principalmente nos anos da minha juventude, quando tinha algum tempo livre. Um dos meus autores preferidos era Isaac Asimov, que publicou clássicos como “I, Robot” (Eu, Robô),1950.Os anos passaram... E várias idéias que antes eram mera fantasia, hoje são parte da nossa realidade. Mas há algo que nunca se concretizou: a criação de uma MÁQUINA do TEMPO. Além do “sonho” de visitar um futuro distante, ou regressar milhões de anos na época dos dinossauros, a volta ao passado envolve o potencial de, num certo lugar e instante, reparar uma determinada AÇÃO que consideramos desastrosa. Ora, falhas passadas lançam sobre nós dois desafios angustiantes: o primeiro, a consciência de que poderíamos ter feito melhor, ou evitado a “mancada” pela qual nos culpamos repetidas vezes. O segundo incômodo é a conseqüência prática, resultado da perda. Infelizmente, a tal máquina do tempo não está a nossa disposição. Então parece impossível corrigir o erro profissional, o investimento equivocado, a palavra dita na hora errada, ou a escolha que não deu em nada... Nesses casos, precisamos mudar nosso enfoque, entender que a vida é ÚNICA e que ninguém pode evitar todas as "coincidências" e caminhos cruzados que surgem diante de nós. Lamentar erros passados, e ficar presos a eles, irá tão-somente fragilizar nosso hoje e diminuir o POTENCIAL FUTURO. Porém, muitas falhas passadas produzem efeitos PASSÍVEIS de REPARO, e podem ser transformadas em algo BOM, se nos dispusermos a trabalhar sobre elas no agora. Isso é uma notícia boa. Então vamos ver o seguinte:- Temos que aprender com nossas falhas para mostrar inteligência, e aprender com os erros alheios para mostrar sabedoria, motivo pelo qual o salmista Davi afirma: Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios. (Salmos 90: 12).- Se para nós os erros e descuidos passados parecem algo impossível de mudança – e irão comprometer nossa vida com o um todo - Deus, que tudo pode, afirma que devemos esquecê-los, pois Ele tem algo melhor e completamente novo a nos oferecer daqui para a frente:Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço uma coisa nova; agora está saindo à luz; porventura não a percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo. (Isaias 43:18-19).Vamos recomeçar do “hoje”, deixar o que passou - pois não é mais real, são somente lembranças - e construir, com o apoio de Deus, algo novo e melhor, afinal somos mais sábios pelo que já vivemos.


Texto de autoria de Pastor Elcio Lourenço.

7 de out. de 2009

A AGUIA


A águia é uma ave que chega viver até 70 anos. Mas, Para chegar a essa idade, ela tem de tomar uma séria e difícil decisão por volta dos 40 anos. Nessa idade, ela está com as unhas compridas e flexíveis, não conseguindo mais caçar suas presas para se alimentar: seu bico alongado e pontiagudo já está curvo; suas asas estão apertando contra o peito, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas: e voar já está se tornando uma tarefa difícil! Então, a águia só tem duas alternativas: morrer...ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias.

Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e recolher-se em um ninho próximo a um paredão, onde ela não necessite voar.

Após encontar esse lugar, a águia começa a bater com o bico contra a rocha até conseguir arrancá-lo. Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E somente depois de cinco meses ela sai para seu famoso vôo de renovação. E poderá viver, então, por mais uns trinta anos.

Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos despreender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causam dor. Somente quando nos livramos do peso do passado é que podemos aproveitar o resultado valioso que uma auto-renovação sempre traz.

15 de set. de 2009

LENÇOL SUJO


Um casal , recém casados, mudou-se para um bairro muito tranquilo.
Na primeira manhã que passavam na casa, enquanto tomavam café, a mulher reparou através da janela em uma vizinha que pendurava lençóis no varal e comentou com o marido:
- Que lençóis sujos ela está pendurando no varal! Provavelmente está precisando de um sabão novo. Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas!
O marido observou calado. Alguns dias depois, novamente, durante o café da manhã, a vizinha pendurava lençóis no varal e a mulher comentou com o marido:
- Nossa vizinha continua pendurando os lençóis sujos! Se eu tivesse intimidade perguntaria se ela quer que eu a ensine a lavar as roupas! E assim, a cada dois ou três dias, a mulher repetia seu discurso, enquanto a vizinha pendurava suas roupas no varal. Passado um mês a mulher se surpreendeu ao ver os lençóis brancos, alvissimamente brancos, sendo estendidos, e empolgada foi dizer ao marido: - Veja ! Ela aprendeu a lavar as roupas, será que a outra vizinha ensinou !? Porque , não fui eu que a ensinei. O marido calmamente respondeu: - Não, é que hoje eu levantei mais cedo e lavei os vidros da nossa janela! E assim é. Tudo depende da janela através da qual observamos os fatos. Antes de criticar, verifique se você fez alguma coisa para contribuir; verifique seus próprios defeitos e limitações. Devemos olhar, antes de tudo, para nossa própria casa, para dentro de nós mesmos. Só assim poderemos ter real noção do real valor de nossos amigos. Lave sua vidraça. Abra sua janela.
"Tire primeiro a trave do seu olho, e então verás claramente para tirar o cisco do olho do teu irmão" (Mateus 7:5)
Deus te abençoe !

31 de ago. de 2009

O CORAÇÃO ADORADOR

Um cara chamado Marcello Cunha escreveu um e-mail extremamente belo falando sobre adoração para o Caio Fábio.
Pastor amado,
Lido com música na igreja, e seus ensinamentos tem meenriquecido muito!
Tenho aprendido a cultivar um coração-terra-fértil para uma adoração sincera e pura.
Tenho aprendido que:
Adoração é tributar a Deus aquilo que temos de melhor. Seja o melhor dos lábios, sejam ofertas financeiras, seja um choro grato e leal, seja um brado de júbilo, sejam músicas, palmas, danças e instrumentos musicais, ou quem sabe uma meditação íntima, quando ninguém vê ou ouve nada, mas você está ali, adorando a Deus por saber que Cristo morreu para te purificar dos teus pecados passados e futuros!
Esse melhor não é um padrão fixo. O teu melhor não é igual ao melhor do teu próximo. A adoração genuína trabalha com aquilo que tem na mão. E saiba de uma coisa: ainda que seja muito pouco, Deus é poderoso pra te alimentar com aquele pouquinho. Basta crer! Basta entregar! Basta ser grato!
Sendo assim, aquilo que você tem pode ser até do tamanho de uma semente de mostarda! Ofereça a Deus.
Adoração nunca tenta comprar a Deus!
Adoração é uma profunda dependência da força do Senhor. Por mais que você tenha pra ofertar, ou por maior que seja a qualidade que você oferta, isso jamais será uma moeda de troca, ou um modo de constranger a Deus. O amor verdadeiro não procura o seu interesse. E adoração é a entrega de um coração que ama a Deus acima de todas as coisas.
Às vezes nós passamos fases na vida em que não temos quase nada pra ofertar. Essa é a verdade. Como o profeta Habacuque disse: "a figueira não floresce, não há fruto na vide, a oliveira mente, os campos não produzem mantimento, as ovelhas foram roubadas, e não há gado nos currais. Todavia, eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação".
Estava meditando... sabe porque nos momentos mais difíceis parece que nosso coração mais se enche da glória de Deus? Porque como não nos sobra nada, a única coisa que temos pra ofertar é o próprio Deus! Agora, imagine Deus sendo multiplicado sobre nós??!!! Nossos "cinco pães e dois peixinhos" se chamam: O Senhor. É a única coisa que temos pra oferecer. Não temos muitas posses, muito dinheiro, nem muito motivo e força pra rir e pular...Mas ofertamos a única coisa que ninguém pode nos roubar: O Espírito Santo, que é o próprio Deus! E essa única coisa que temos é oferecida a Deus, como na multiplicação dos pães e peixes, e há uma multiplicação de Deus sobre nós! Que maravilha!
Mas por não conhecer o amor de Deus, e por não ter uma fé que chegue ao menos no tamanho de um grão de mostarda (a menor semente do mundo), muitas pessoas desconhecem esse caminho da verdadeira adoração. Essas pessoas, geralmente são infantis, mimadas e se desesperam diante do Senhor, quase ordenando que Ele as abençoe para que em fim, possam adorá-lo. Essa adoração é a adoração de Tomé, o discípulo duvidoso. Jesus disse a Tomé: "Bem-aventurados os que não viram e creram!".
Adoração e Fé devem sempre andar juntas. No dia que você não tiver muitas "razões" para adorar, adore em fé!! No dia que você tiver muitas "razões" para adorar, adore em fé, da mesma maneira. Nunca adore por aquilo que você pode ter, ver, ouvir ou sentir! Guarde o teu tesouro no lugar onde "a traça não corrói, e o ladrão não rouba".
Alguém pode perguntar: Que coração é este, hein? É o coração de um super-herói?É o coração de alguém que só vê flores, borboletas, beija-flores e noites estreladas a todo tempo? Será que isso não é para pessoas com um dom especial? Será que isso não é para poetas, artistas, filósofos e pessoas muito sensíveis?
Guardo bem isso: O coração do adorador é coração de gente, não de semi-anjo.
Quando você sentir-se fraco, feio, desanimado, frágil, dependente, triste, depressivo, espantado, temeroso, alegre, apaixonado, corajoso, forte, vivo, viçoso, rico, lindo, etc... dê graças por uma razão: voce é gente! E Deus escolheu essa coisa louca, pra que o seu Poder e Graça sejam manifestados e exaltados!
Adoração é uma vida abundante que convive com coisas passageiras, mais que não deixa que a esperança em Cristo se limite a essas coisas.
Essa vida de adoração diz ao Senhor: " Para onde me ausentarei do teu Espírito? Se subo aos céus, lá estás, se faço minha cama no abismo, lá estás também. Se eu digo: as trevas me encobrirão, até as trevas não te serão escuras: as trevas e a luz são a mesma coisa.Assim vai o coração do adorador.

Vai, conforme é.

Marcello Cunha.

29 de ago. de 2009

"ADESTRAMENTO CRISTÃO"


"Crente é um bicho estranho. Você grita “AMÉM?” e ele responde gritando o mesmo. Se perguntar pela segunda vez, ele responderá mais alto. Se no meio do louvor você gritar “pule na presença do Senhorrrrrrrr”, então eles pulam. Se você dançar de modo estranho, verá correspondência imediata nas pessoas. Sua linguagem é facilmente influenciável por jargões. Basta pegar qualquer expressão bíblica cujo significado seja obscuro para a maioria, e pronto! Facilmente também estereotipamos outras coisas que fazem do crente um ser quase alienígena: os lugares que frequenta, o conteúdo de suas conversas e a aversão às coisas “do mundo”.Pena que os crentes não são condicionados a obedecer a todo tipo de “comando”. Parece que o adestramento a que foram submetidos possui limitações. Nem todos aceitam sugestionamentos que os levem a renunciar a seus interesses; ou dividirem suas posses com os necessitados; ou mesmo disponibilizar tempo para aqueles que estão abandonados em asilos, orfanatos e nas ruas.Ah… antes que eu me esqueça, quero deixar claro que amo os crentes. E exatamente por ser um deles é que me incomodo tanto com estas coisas incompreensíveis que aceitamos passivamente em nossa conduta.
Posso ouvir (ler) um “Amém” nos comentários?! rs"
http://http://www.youtube.com/watch?v=lz2ap3PI90Y

E O HOMEM DISSE A DANIEL...



Daniel 10.12
“Não tenha medo, Daniel. Desde o primeiro dia em que você decidiu buscar o entendimento e humilhar-se diante do seu Deus, suas palavras foram ouvidas, e eu vim em resposta a elas”
Este versículo ilustra bem como um homem que propõe em seu coração servir ao Senhor com toda sua vontade e sinceridade não fica sem orientação e auxilio no que deve fazer.A vontade de Daniel era agradar a Deus e assim ia vencendo as barreiras que apareciam em seu caminho.Amava o seu povo e o seu Deus, sua fé era sua regra de vida, desta forma cumpria honestamente com o seu dever sendo um bom político (raro heim). Este jeito de ser despertou muito ciúmes, inveja entre os políticos e religiosos que o cercavam, armaram uma cilada e assim Daniel preferiu encarar a cova dos leões a perder sua fidelidade com seu Deus.Além de receber o livramento da cova dos leões, foi recompensado com uma série de visões e revelações sobre o futuro, o sofrimento de Israel, a redenção através de Cristo, sobre a ressurreição dos mortos e do fim da atual dispensação.Um belo exemplo para não deixarmos o medo tomar conta de nossos corações, se nossa decisão em viver com Cristo já foi tomada, devemos insistir em buscar o entendimento na Palavra e humilhar-nos diante Dele.
Com certeza, nossas palavras serão ouvidas, e a resposta virá...
O Deus de Daniel é o nosso Deus!
Amém!
(transcrito)

12 de ago. de 2009

PREPARAÇÃO PARA O CULTO


“Tendo Jesus entrado no templo, expulsou a todos os que ali vendiam e compravam; também derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada Casa de Oração; vós, porém, a transformais em covil de salteadores.”

Mateus 21:12,13

Neste texto vemos Jesus agindo de uma forma singular. Em todos os evangelhos vemos a figura do Cristo misericordioso, amoroso, compassivo, e aqui temos uma atitude tão drástica e enérgica que até parece destoar do resto de seus atos. Não que tenha sido errada ou exagerada, foi precisa e perfeita, como perfeito sempre foi nosso Senhor. Mas bater com um chicote, virar as mesas com mercadorias e dinheiro, espalhar animais, e fazer tudo com tamanha autoridade à qual ninguém se opôs, mostra o valor que tem diante de Deus o princípio que os judeus estavam violando. E isto deve chamar nossa atenção. Jesus deparou-se com muitos erros e pecados nos dias de seu ministério terreno, mas este parece ter sido um dos mais duramente repreendido. Portanto, há uma séria e importante lição a ser aprendida neste relato. Há um erro grave a ser evitado, e convido-o a refletir comigo nos princípios bíblicos por trás desta porção das Escrituras. Durante muito tempo achei que o problema aqui era o comércio em si, mas quando examinamos o texto em seus detalhes, a acusação de Jesus contra aqueles homens parece ter dois enfoques principais:

1. Uma distorção do propósito divino para sua casa – ser um ambiente de relacionamento genuíno com Deus (casa de oração).

2. O roubo de alguma coisa – uma vez que Jesus os chamou de ladrões.

Pense nesta frase de Jesus: “vós a transformastes num covil de LADRÕES”. O que esta em questão aqui não é necessariamente o ato de comercializar em si, mas o que ele significava.

O Senhor não estava repreendendo a ganância, nem tampouco os chamou de mercenários. A acusação não era contra ganhar dinheiro. Aqueles comerciantes tinham o respaldo das autoridades do templo e não estavam violando nenhuma das rígidas leis judaicas ou mesmo as romanas.

Portanto, é certo reconhecer que o roubo de que Cristo falava não era algo no reino natural, mas sim no espiritual. Tenho certeza que o roubo não era o “preço” pelo qual se vendia, pois se de um lado da barraquinha havia um bom comerciante judeu para vender, do outro lado o comprador também não era diferente, e isto sem falar na concorrência!

O quê, então, aqueles homens poderiam estar roubando? Precisamos de uma volta ao Velho Testamento e à compreensão dos princípios da lei mosaica a fim de entender o que estava acontecendo. A Bíblia faz menção de animais sendo comercializados no templo, e esta era a principal mercadoria ali.

Mas o que estes animais faziam lá no templo? Qual a razão de estarem sendo mercadejados? Porque o comércio feito ali era principalmente o de animais?

É importante lembrar que o culto do período em que vigorou a Lei de Moisés era baseado nos sacrifícios de animais que se faziam no templo. Esta era a principal ocupação dos sacerdotes, como podemos perceber nos livros de Êxodo e Levítico.

Basicamente, o animal mais sacrificado era um cordeiro, embora havia situações em que pudesse ser um bode ou até mesmo um novilho; outros sacrifícios exigiam a presença de aves, e estas eram também aceitas quando o ofertante não tinha posses suficientes para ofertar gado.

A ESCOLHA E PREPARAÇÃO DO ANIMAL

Deus esperava que os homens oferecessem a Ele o melhor animal. A palavra sacrifício aponta não só o derramamento de sangue do animal, como também o ato de abrir mão do melhor entre todo o rebanho. Houve períodos na história de Israel em que eles perderam este enfoque e o Senhor os repreendeu:

“O filho honra o pai, e o servo ao seu senhor. Se eu sou pai, onde está a minha honra? E se eu sou senhor, onde está o respeito para comigo? Diz o Senhor dos Exércitos a vós outros, ó sacerdotes, que desprezais meu nome. Vós dizeis: Em que desprezamos o teu nome?

Ofereceis sobre o meu altar pão imundo, e ainda perguntais: Em que te havemos profanado? Nisto que pensais: A mesa do Senhor é desprezível.

Quando trazeis animal cego para o sacrificardes, não é isso mal? E quando trazeis o coxo ou o enfermo, não é isso mal? Ora, apresenta-o ao teu governador; caso terá ele agrado em ti, e te será favorável? Diz o Senhor dos Exércitos.”

Malaquias 1:6-8

Deveria haver todo um cuidado na escolha e preparo do animal antes de levá-lo para ser sacrificado. Quando os israelitas começavam a fazer de qualquer jeito, Deus protestava!

O animal oferecido, em termos práticos e racionais, era perdido. Deus não o usava para nada e quem o ofereceu ficava sem. Muitos, nunca chegaram a entender que o propósito do sacrifício era justamente cultivar no coração o valor de Deus, como estando acima de todas as outras coisas, mesmo as mais importantes. A entrega do animal em si, não tinha valor algum, mas o que ela significava para a pessoa. Não estamos hoje habituados com a criação de ovelhas, mas os donos se apegavam aos animais. Jesus disse que as ovelhas conhecem a voz do pastor e o seguem, e que este, por sua vez, as chama pelo nome (Jo.10:3). Quando o profeta Natã foi repreender Davi de seu pecado, usou uma parábola palavra ilustrar o que Davi fizera, e descreveu nesta alegoria como alguém chegava a se apegar a uma ovelha que criava, como sendo um verdadeiro animal de estimação (II Sm.12:3). A beleza do sacrifício estava no valor que o animal oferecido tinha. Lembra-se do caso de Abraão, a quem Deus pediu seu filho Isaque em sacrifício? Deus não queria nem precisava de Isaque sacrificado, Ele só buscava a atitude correta no coração de Abraão, queria estar em primeiro lugar. Isto agrada o coração do nosso Pai Celeste! E o que estava acontecendo no templo, nos dias de Jesus era exatamente o oposto. Ninguém mais se preparava para o sacrifício. Simplesmente deixavam para a última hora, quando chegassem no templo e compravam um animal qualquer. O culto perdeu seu significado, pois se tornou mecânico ao perder a sua essência: a preparação. A ÚNICA EXCEÇÃO

A única exceção que vemos na Bíblia quanto a levar o animal preparado era a seguinte: Quando alguém que fosse subir a Jerusalém sacrificar ao Senhor e morasse muito longe, para não fazer toda a viagem com o animal, poderia vendê-lo e subir com o dinheiro. Com esta orientação, o Senhor queria facilitar o trânsito do adorador apenas. Facilitar a viagem e nada mais. Ele deveria criar suas ovelhas, reconhecendo que a melhor do rebanho não seria dele e sim do Senhor. Então quando chegava o dia de subir o templo, ele se desfazia dela do mesmo jeito! Mas os judeus distorceram este princípio. Em nome da facilidade, instituíram um sistema onde ninguém mais precisava gastar tempo na preparação do sacrifício, bastava comprá-lo de última hora. Por isto Jesus os chamou de ladrões. A única coisa que eles estavam roubando era A PREPARAÇÃO PARA O CULTO. O momento do sacrifício não era o culto em si, somente o clímax de algo que já havia sido iniciado no coração do ofertante há muito tempo.

Talvez devêssemos nos perguntar porque Jesus ficaria tão incomodado com um estilo de culto que estava prestes a mudar. Em poucos dias Jesus seria crucificado, a Nova Aliança estabelecida, e o culto a Deus não mais se expressaria por meio do sacrifício de animais... Mas a verdade é que o Senhor Jesus não estava preocupado com a manifestação externa do culto, mas como aquilo refletia um coração indiferente. E mesmo mudando o estilo da adoração, ele sabia que nós continuaríamos errando e tropeçando nas mesmas coisas. Então não perdeu sua chance de corrigir um pecado de sua época, e também de nos deixar um ensino importantíssimo: o valor do que oferecemos ao Senhor em nosso culto está intimamente ligado a nossa preparação para o culto. Fico profundamente triste em ver como as pessoas vão para os cultos em nossas igrejas. Sem contar o fato que muitos chegam atrasados (o que reflete o valor do culto ou sua preparação), e não estou falando de cinco ou dez minutos apenas! O momento em que nos reunimos para cantar e orar ao Senhor, não é toda a expressão do culto, mas o clímax de toda uma preparação que já começou antes de sairmos de casa. Mas muitos crentes passam a tarde toda de um domingo (e não estou santificando o domingo em relação aos outros dias, mas reconhecendo-o como o dia convencional de culto em que a maioria das pessoas não trabalha e poderia cumprir o que estou dizendo) na frente da televisão, se empanturrando com tudo o que vem da bandeja dos apresentadores de programas de auditório. Outros estão ligados no esporte, mas não quero discutir a programação. O fato é que muitos passam a tarde toda na frente da TV e depois quando chega a hora de ir para o culto – e às vezes depois dela – saem correndo para a igreja sem sequer ter cultivado um tempo diante do Senhor. Estão com seu espírito totalmente desligado e insensível para a presença de Deus. E depois se perguntam porque não experimentam nada de diferente! Deixe-me dizer-lhe que a presença de Deus não é como uma torneira que você abre e fecha a hora que quiser. A presença do Senhor não é como um interruptor que você liga e desliga a hora que bem entende com resultados instantâneos. Não! Para provar a presença do Senhor sua carne tem que morrer primeiro, seu espírito precisa estar desperto, sensível. E sabe o que eu acho mais engraçado? A quantia que ouço de muitos irmãos (de minha própria igreja e de outras) que quando o período de louvor e adoração “está ficando bom” nós – os líderes – costumamos encerrá-lo! Mas a verdade é que para alguém que se prepara antes do culto, que tira um tempo para orar, meditar na Palavra, se concentrar no propósito do culto, buscar a presença e intimidade do Senhor, a adoração está boa a partir da primeira frase cantada. A primeira oração já é poderosa! Precisamos entender que o culto não fica melhor com seu andamento, nós é que nos despertamos para a presença do Senhor que estava lá o tempo todo nos esperando. Muita gente não cultiva em seu coração expectativa alguma para o mover de Deus, e acaba não provando nada nos cultos.

A expectativa é algo que determina resultados. Quando Jesus foi para Nazaré, sua cidade, as pessoas olhavam para ele sem expectativa. Diziam: não é este o carpinteiro, filho de José e Maria? Em outras palavras, estavam dizendo que viriam ele crescer que o conheciam, e não esperaram muita coisa dele, o que fez o próprio Jesus afirmar que um profeta não tem honra em sua pátria (Mc.6:1-6). O relato bíblico diz que Jesus NÃO PÔDE fazer muitos milagres ali, a não ser curar uns poucos enfermos. Isto me faz questionar porque Deus não tem podido fazer muitos milagres em nossos cultos, a não ser curar uns poucos enfermos... a resposta é óbvia: vamos para nossas reuniões sem esperar que aconteça. Não choramos e gememos diante do Senhor em intercessão, não exercitamos nossa fé, não o buscamos antes da reunião! Mas se fizermos isto, se aprendermos a nos preparar para o culto, tudo será diferente. Já evoluímos bastante na nossa qualidade musical, mas retrocedemos na preparação. Os crentes antigos se preparavam melhor que nós antes do culto. Tenho saudade de quando era criança e chegava a uma igreja e muitos estavam de joelhos clamando pela reunião. Hoje em dia, na hora de começar a reunião você quase tem que tocar um sino para que a conversa pare. Não estamos nos preparando para o culto. E achamos que basta cantar um pouquinho para que nosso Deus se agrade. Mas estamos errando! E a severidade com a qual Jesus nos trataria hoje não seria menor do que a que ele usou ao virar as mesas dos vendedores no templo. Certamente se Jesus estivesse fisicamente aqui hoje e quisesse “arrumar” as coisas em sua igreja, nos consideraria tão merecedores de um chicote quanto aqueles cambistas judeus de seus dias terrenos. Precisamos corrigir isto em nossas vidas se queremos mais da presença do Senhor.

Se queremos de fato agradá-Lo, precisamos entender que o culto não começa na oração de abertura, mas em nossa casa, bem antes da reunião. Em minha casa, temos o hábito de não assistir televisão aos domingos. Não porque isto roube nossa “santidade”, mas porque nos distrai, rouba a sintonia espiritual que deveríamos ter. Muitas vezes gasto parte da minha tarde de domingo dormindo, e não só com leitura bíblica e oração. Mas quando vou para o culto, estou descansado e disposto, e isto faz diferença! Nas vezes em que me distraí, mesmo já conhecendo este princípio, o culto não teve o mesmo resultado que quando me preparei. Meu irmão (ã), quero desafiá-lo em nome de Jesus Cristo a considerar e corrigir este princípio em sua vida. Virão dias em que provaremos um grande derramar de Deus em nossos cultos. Estão chegando dias em que veremos o Espírito Santo se mover de forma muito poderosa nas reuniões, mas tem que haver preparação. Tenho pensado muito ultimamente na frase de Josué: “Santificai-vos, porque amanhã o Senhor fará maravilhas no meio de vós” (Js.3:5). Não há melhor forma de ver Deus fazendo grandes coisas em nosso meio do que preparar-se para isto! Não sei o que tem sido seu ladrão da preparação do culto. Talvez fosse só o fato de ignorar este princípio. Talvez seja o jogo de futebol, seu mesmo ou de seu time. Talvez sejam os programas de auditório. Sei que entre os ladrões da preparação do culto a TV ganha disparado. Talvez seja outra coisa, mas você pode e deve mudar isto. Alguns podem achar que estou espiritualizando demais, mas quando contextualizamos o que houve naquele dia lá no templo, não podemos chegar a outra conclusão. Experimente gastar tempo preparando-se para o culto e comprove você mesmo a diferença que isto faz. Mas não quero que conclua só na base do que foi bom para você. Além de ser bom para você, certamente o será para o nosso Pai Celeste que anseia pela comunhão conosco!

Deus abençoe
Luciano Subirá

31 de jul. de 2009

SOBRE AS ÁGUAS...

Ministério TRAZENDO A ARCA
° ° ♥ ° ° ° ° ♥ ° ° ° ° ♥ ° ° ° ° ♥ ° ° ° ° ♥ ° ° ° ° ♥ ° °
Se o sol se por
E a noite chegar
Tu és quem me guia
Se a tempestade me alcançar
Tu és meu abrigo
Se o mar me submergir
A tua mão
Me traz a tona pra respirar
E me faz andar
Sobre as águas
Tu és o Deus da minha salvação
És o meu dono minha paixão
Minha canção e o meu louvor
° ° ♥ ° ° ° ° ♥ ° ° ° ° ♥ ° ° ° ° ♥ ° ° ° ° ♥ ° ° ° ° ♥ ° °

ORGULHO É IGUAL A QUEDA


O primeiro pecado mencionado na Bíblia é o orgulho. Satanás queria ser como Deus, queria destroná-lo. Assim nasceu a primeira contenda no céu. Um terço dos anjos foram seduzidos. Acreditaram nas promessas do suposto futuro “senhor” de tudo. Se encheram de orgulho influenciados por Satanás. A propósito, aqueles que pensam que o sentimento de orgulho não traz contenda e desordem, estão completamente errados. O orgulho causa confusão, contenda, mágoa, brigas, discussões, divisões, etc. Além disso, o cristão quando é orgulhoso envergonha o nome de Cristo, pois isto contraria tudo o que o Mestre ensinou e viveu.
Dentro do Ministério Musical o pecado do orgulho pode ser facilmente detectado.
» Quando não aceitamos exortação de nossos pastores, líderes e até mesmo de nossos companheiros de ministério
» Quando sempre achamos que estamos certos
» Quando não damos ouvido às outras pessoas
» Quando achamos que somos melhores do que alguém
» Quando achamos que somos dignos de receber alguma glória e louvor
» Quando achamos que a obra que executamos está tendo sucesso pela nossa capacidade
» Quando achamos que o nosso estilo musical é o mais correto perante Deus
» Quando humilhamos, subestimamos ou não valorizamos aqueles que estão iniciando no ministério
» Quando fazemos tudo isto, estamos sendo orgulhosos.
Talvez esta seja a razão da escassez de verdadeiros adoradores dentro do povo chamado cristão. Esta triste armadilha têm cegado a muitos, tornando-os joio, ao invés de trigo. Aqueles que desejam trilhar a árdua jornada da verdadeira adoração deverão riscar de sua vida tudo aquilo que foi dito anteriormente. O verdadeiro adorador não deixa ser tomado pelo orgulho, mas permanece humilde pelo temor que tem de Deus. O verdadeiro adorador sabe que Deus não reparte sua glória com ninguém! Jesus, além de ser o nosso Salvador, foi o maior Mestre que pisou na face da terra. Suas maiores lições sempre tinham a ver com humildade. Ele sabia que a falta de humildade causava destruição, ruínas, separação, tristeza, e o pior de tudo, entristecia a Deus. Foram de Jesus as palavras:
Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus. (Mateus 5.5)Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. (Mateus 5.11)Portanto, quem se tornar humilde como esta criança, esse é o maior no reino dos céus. (Mateus5.18)
Jesus não só ensinou sobre a humildade, mas sua vida refletia isto em cada atitude. Dia a dia ele mostrava que o orgulho não fazia parte do seu caráter. Não foi o Rei Jesus quem lavou os pés dos discípulos na noite da Ceia? É importante ressaltar que nenhum dos 12 homens merecia isto. Outra prova de humildade foi a sua terrível morte na cruz. Na época de Jesus, a morte de cruz era um dos piores e mais humilhantes tipos de morte existente. Na polida sociedade romana até a sua menção era proibida. Você consegue imaginar o rei da glória, o filho de Deus se submetendo aos soldados romanos, apanhando, levando chutes, socos, chicotadas e tendo sua cabeça furada por uma coroa de espinhos? É difícil compreendermos isto, mas entendemos que foi uma das grandes, senão a maior prova de humildade de Jesus.
DEVEMOS fazer o possível para viver uma vida de humildade, refletindo este ensinamento de Cristo em cada atitude, palavra e até pensamento. Lembre-se sempre: sem humildade, não há verdadeira adoração. Por isso, dedique um bom tempo de sua oração pedindo a Deus um caráter livre do orgulho, derrame-se aos pés do Pai e peça para Ele te curar de qualquer tipo de soberba e espere os desafios que aparecerão a você, porque, certamente o seu coração será posto à prova em muitas ocasiões.

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