26 de mar de 2009

DESERTO


No deserto somos capazes de experimentar anos perguntando a nós mesmos: " Onde foi que eu errei?" Por que está tão difícil?".
Podemos nos sentir isolados, solitários e abandonados. Ficamos imaginando se chegaremos a sair um dia dessa rotina esquecida por Deus. Os desertos, nos ensinam o poder da simplicidade. Somos lembrados que nem tudo gira ao nosso redor. Que existe alguém que ainda abre e fecha as portas do alto.
Algumas vezes o deserto é menos óbvio, e nos sentimos simplemente frustados, nos esforçamos, tentamos, atropelamos e lutamos - mas com pouco resultado. Embora muita coisa possa estar acontecendo no interior, não vemos resultado tangíveis no exterior.
Se cedemos, no entanto, nos tornamos menos dependentes das circunstâncias para sermos felizes,nos libertamos da necessidade de soluções simplistas e ajustes rápidos. Paulo não evitou o deserto. Ele o enfrentou de cabeça. Ele abraçou seu deserto e não se evadiu da dor, das trevas, da solidão.
A compulsão reduz a marcha. A intensidade é substituída por simples fé - se deixarmos. Quando você permite que os desertos o moldem, você libera e descobre uma nova capacidade de produzir fruto duradouro, e então, como Paulo,desenvolve a capacidade de suportar os altos e baixos da vida com fé e esperança.
CLARO, A ESCOLHA É SUA!!

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