19 de ago de 2010

Pra ter + de Deus...


"É necessário que ele cresça e que eu diminua."
João 3-30

16 de ago de 2010

O IMPORTANTE É...


"Não importa quem lhe feriu.
O importante é que você sarou.
Não importa o que lhe faltou.
Ainda há muito para ser conquistado.
Não se espante com as pessoas.
Cada uma carrega dentro de si
dores, marcas, que alteram o humor.
Ora estamos felizes
e transbordamos de alegria e paz...
Ora estamos tristes e o melhor é acreditar
que seu último passo é sempre seu
melhor momento,
O mundo está cheio de oportunidades.
As portas se abrem
para os que não têm medo
de enfrentar a vida.
Para os que caem, mas se levantam
com o brilho da vitória nos olhos.
O seu destino é VENCER.
O seu destino é SER FELIZ..."

11 de ago de 2010

ÚLTIMA CHANCE

Esse vídeo nos chama para uma reflexão do que estamos fazendo e por onde estamos caminhando... Muitos não tiveram tempo de se arrependerem...Por isso não deixe para depois! Não sabemos quando teremos uma Última Chance.

6 de ago de 2010

I CORINTIOS 15:35-49

Mas alguém dirá: Como ressuscitarão os mortos? E com que corpo virão?

Insensato! o que tu semeias não é vivificado, se primeiro não morrer.

E, quando semeias, não semeias o corpo que há de nascer, mas o simples grão, como de trigo, ou de outra qualquer semente.

Mas Deus dá-lhe o corpo como quer, e a cada semente o seu próprio corpo.

Nem toda a carne é uma mesma carne, mas uma é a carne dos homens, e outra a carne dos animais, e outra a dos peixes e outra a das aves.

E há corpos celestes e corpos terrestres, mas uma é a glória dos celestes e outra a dos terrestres.

Uma é a glória do sol, e outra a glória da lua, e outra a glória das estrelas; porque uma estrela difere em glória de outra estrela.

Assim também a ressurreição dentre os mortos. Semeia-se o corpo em corrupção; ressuscitará em incorrupção.

Semeia-se em ignomínia, ressuscitará em glória. Semeia-se em fraqueza, ressuscitará com vigor.

Semeia-se corpo natural, ressuscitará corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual.

Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o último Adão em espírito vivificante.

Mas não é primeiro o espiritual, senão o natural; depois o espiritual.

O primeiro homem, da terra, é terreno; o segundo homem, o Senhor, é do céu.

Qual o terreno, tais são também os terrestres; e, qual o celestial, tais também os celestiais.

E, assim como trouxemos a imagem do terreno, assim traremos também a imagem do celestial.

23 de mar de 2010

SER FELIZ OU TER RAZÃO?

Oito da noite numa avenida movimentada. O casal já esta atrasado para jantar na casa de alguns amigos. O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair. Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita.
Ambos discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira a direita e percebe que estava errado. Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.
Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde. Mas ele ainda quer saber: Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais.
E ela diz: Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz! Estávamos a beira de uma briga, se eu insistisse mais, terí­amos estragado a noite.

Essa pequena historia foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independente de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: Quero ser feliz ou ter razão? Pense nisso e seja feliz!

22 de mar de 2010

II CORÍNTIOS 4

2 Coríntios 4

1 Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos;

2 Antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade.

3 Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto.

4 Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.

5 Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos vossos servos por amor de Jesus.

6 Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo.

7 Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós.

8 Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados.

9 Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;

10 Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos;

11 E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na nossa carne mortal.

12 De maneira que em nós opera a morte, mas em vós a vida.

13 E temos, portanto, o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos também, por isso também falamos.

14 Sabendo que o que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também por Jesus, e nos apresentará convosco.

15 Porque tudo isto é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus.

16 Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia.

17 Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente;

18 Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.

8 de mar de 2010

Pastores presos nas ferragens de acidente louvam à Deus com hinos e levam os bombeiros às làgrimas.


Dois pastores evangélicos e um motociclista morreram num acidente envolvendo sete veículos, na manhã de ontem (24/02/2010), na Rodovia do Contorno, trecho da BR 101 que liga Serra a Cariacica na região metropolitana de Vitória, no Espirito Santo.Os religiosos pertenciam à Igreja Assembleia de Deus e haviam saído de Alegre, município da Região Sul do Estado, rumo a uma convenção estadual da igreja em Nova Carapina II, na Serra.Os veículos - cinco caminhões, uma moto e um automóvel Del Rey - bateram um atrás do outro. O engavetamento aconteceu às 8h15, no quilômetro 277, na Serra. Os pastores estavam no carro.Tudo começou quando um caminhão freou por causa do intenso fluxo de carros no sentido Cariacica - Serra. Os veículos que vinham atrás dele frearam também, mas o último caminhão - de uma empresa de cerveja - não conseguiu parar a tempo. Com isso, os veículos que estavam à frente foram imprensados uns contra os outros.Os pastores José Valadão de Souza e Nelson Palmeira dos Santos e o motociclista Jonas Pereira da Silva, 52 anos, morreram no local. Dois outros pastores, que também estavam no Del Rey, sobreviveram, e o motorista de um dos caminhões sofreu arranhões nas pernas. Nenhum dos outros caminhoneiros ficou ferido.O proprietário e condutor do Del Rey é o pastor Dimas Cypriano, 61 anos, do município de Alegre. Ele saiu ileso do acidente e teve ajuda do motorista José Carlos Roberto, carona de um dos caminhões, para sair do veículo.Seu amigo de infância, o pastor Benedito Bispo, 72, ficou preso às ferragens. Socorristas do Serviço Médico de Atendimento de Urgência (Samu) e bombeiros fizeram o resgate dele. O pastor teve politraumatismo e foi levado para o Hospital Dório Silva, na Serra.A mulher de Benedito chegou a ver o marido sendo socorrido e teve que ser amparada por um familiar. Ela também seguia para a convenção num outro veículo. A rodovia ficou interditada durante vários momentos da manhã de ontem nos dois sentidos. O trecho só foi totalmente liberado no início da tarde.O pastor Dimas Cypriano, que sobreviveu ileso ao acidente na manhã de ontem, no Contorno, contou que usava cinto de segurança e que ficou preso ao tentar sair. Ele dirigia o Del Rey e disse que precisou de ajuda para sair do carro. Mas depois continuou no local, acompanhando os trabalhos de resgate do colega, Benedito Bispo. Nas mãos, levava uma Bíblia que ficou suja de sangue. Mas isso não impediu que o pastor orasse durante o socorro.O mais comovente do triste episódio, foi o relato dado pelos dois pastores sobreviventes, populares e pelos bombeiros que tentavam tirar os pastores, ainda com vida, presos às ferragens.As testemunhas citadas, contam que os pastores Nelson Palmeiras e João Valadão, presos nas ferragens, em meio a um mar de sangue que os envolvia, começaram a cantar o Hino 187 da harpa cristã:

Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Ainda que seja a dor
Que me una a ti,
Sempre hei de suplicar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Andando triste
Aqui na solidão
Paz e descanso
A mim teus braços dão
Nas trevas vou sonhar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
Minh'alma cantará a ti Senhor!
E em Betel alçará padrão deAmor,
Eu sempre hei de rogar
Mais perto
Quero estar meu Deus de ti!
E quando Cristo,
Enfim, me vier chamar,
Nos céus, com serafins irei Morar
Então me alegrarei
Perto de ti, meu Rei, meu Rei,
Meu Deus de ti!

Aos poucos suas vozes foram se silenciando para sempre.As lágrimas tomaram conta dos bombeiros, acostumados a resgatar pessoas em acidentes graves, porem jamais viram alguem morrer cantando um hino; como foi o caso dos pastores Nelson Palmeiras e João Valadão .

Notícia disponível no O Galileo

PASSAR POR SAMARIA NÃO É FÁCIL...


“E era necessário passar por Samaria”. (Jo. 4.4)
"A idéia de reino dos povos antigos era de que quanto maior fosse o reino, mais sangue havia corrido. Para que os reinos se expandissem era necessária a guerra, o conflito, a devastação do reino a ser tomado. Os relatos históricos das guerras eram terríveis. Devastação total das casas, templos, lavouras. Humilhação de todos os tipos, desde moral à sexual. Porém, Jesus quebra essa regra do mal, oferecendo uma visão revolucionária de reino. No reino de Cristo, ninguém tira sangue, apenas compartilha o seu. É um reino que supera conflitos.
Samaritanos, judeus, romanos, bárbaros, vidas conflitantes. Ainda hoje, em muitos lugares, a vida é feita da mistura explosiva do ódio e do preconceito. O reino macabro ainda subsiste. É necessário quebrar essa regra. O caminho da superação dos conflitos não é feito de uma hipócrita negociação de paz. Também não é feito de uma pseudo diplomacia impessoal. É feito do contato, do “ir até lá”, do passar por Samaria. E nunca é fácil passar por Samaria...
Conflitos deixam marcas. Produzem rachaduras no edifício dos relacionamentos. Essas rachaduras são sinais de que a unidade foi comprometida. Quando nossos relacionamentos estão quebrados ficamos com uma imensa sensação de vazio. Passar por Samaria não é fácil, exige o senso de renúncia, o dolorido controle do ego, do abrir­-se ao outro, do perdão. Exige a coragem para abraçar quem nos feriu, e só a graça de Deus pode destruir o impacto terrível da maldade contida nessa não manifestação da Graça.
Pense: Como está sua Samaria? Há conflitos em sua história? Sua família é lugar de refúgio ou uma terra da revolta onde o caos se instalou? Aprenda com o mestre do consolo. Cristo sabia que o passar por Samaria não seria fácil, mas ele foi lá. E, porque ele foi lá, nós podemos enfrentar a Samaria que habita os nossos sonhos, que coexiste com nossas famílias. O que Jesus vê em Samaria não é o conflito travado, mas a fantástica bandeira do amor hasteada em cada porta e em cada alma.
Jesus conhece nossa Samaria. Se o convidarmos, ele passará por lá e realizará a grandeza de todo o seu ser e realidade. Graças a Deus por Jesus ter passado em Samaria. Não é fácil, mas é possível."
 
Extraído
 

3 de mar de 2010

NEM SEMPRE DEUS AGE COMO EU GOSTARIA

(2 Rs 5.1-14)
Muitas vezes nos deparamos com pessoas cheias de honras, ocupando cargos de poder, bem vistas socialmente, tidas como pessoas de bem, reconhecidas por seus feitos nobres, mas, por baixo do uniforme cheio de medalhas...

Naamã era assim. Além de comandante do exército da Síria, ele era também um herói de guerra, reverenciado por seus feitos em batalha a favor do seu povo. Olhando para nossos dias, poderíamos dizer que sobre seu peito, presas ao seu uniforme de comandante, deveriam existir muitas medalhas de honra ao mérito. Alguém que aparecia com imponência aos olhos do povo. Mas, diz também o texto que “era ele herói de guerra, porém leproso”. Que afirmação triste para um herói de guerra: medalhas no uniforme, lepra no corpo!

Como no Antigo Testamento a lepra estava associada ao pecado, podemos dizer que Naamã era herói de guerra, porém pecador. Encoberto pelo seu uniforme de comandante estava o seu pecado! Naamã era um homem que tinha liderança, honras, “status”, influência no seu contexto, muitos comandados sob seu governo, mas tinha também pecado escondido na sua vida! Até que um dia a misericórdia de Deus se revelou a ele, através de uma criada hebréia da sua casa, que lhe mostrou o caminho da solução – o poder de Deus através do profeta Eliseu. Muitos hoje estão como Naamã: medalhas por fora, pecados por dentro! Precisamos, como líderes em Cristo, aprender com a história de Naamã, que nos mostra pelo menos três aspectos importantes quanto à operação de Deus.

A) O PADRÃO DA OPERAÇÃO DE DEUS NEM SEMPRE É O NOSSO!

Naamã foi a Samaria buscar solução para sua lepra, mas foi esperando que Deus operasse do seu jeito: através dos toques, invocações e encenações de Eliseu. Estabeleceu um padrão para Deus operar, conforme seu entendimento, suas preferências pessoais, seus conceitos. Como não estava acostumado a ser confrontado em seus conceitos e preferências, saiu indignado! Muitos de nós somos assim: queremos que Deus nos limpe, mas do nosso jeito, conforme nossos paradigmas, nossos conceitos, nossas preferências. Tal como Naamã, todo líder (ou candidato a tal) precisa ser tratado no orgulho, na vaidade, na rebelião que está escondida por baixo das medalhas! Deus tem seus próprios padrões. Aleluia!

B) DEUS NÃO OPERA SEGUNDO O QUE NÓS TEMOS, MAS SEGUNDO O QUE PRECISAMOS!

Naamã não se conformou em ter que mergulhar no rio Jordão para ser curado. Para ele, além de mergulhar num rio não ser exatamente o que ele esperava como o padrão de operação de Deus, na Síria havia rios muito melhores! Por que então Deus não os utilizou? Afinal, isto seria o mais lógico. Muitos são assim como Naamã: esquecem-se da soberania e da infinita sabedoria de Deus, que pode usar as coisas mais inadequadas aos nossos olhos, para nos abençoar, simplesmente porque os olhos de Deus estão em nosso coração, onde está a nossa real necessidade (quebrantamento, humilhação, renovação de mentalidade). Deus não operaria na vida de Naamã em função do que ele era ou tinha, mas em função do que ele precisava – e ele precisava ser confrontado! Por isto, muitas vezes, somos levados por Deus a mergulhar nos vários tipos de Jordão da vida.

C) O QUE DEUS FAZ É IMPORTANTE, MAS, ÀS VEZES, A PRINCIPAL OBRA DE DEUS EM NOSSAS VIDAS É FEITA PELA MANEIRA COMO ELE FAZ!

Mais importante que mergulhar no rio Jordão e curar a lepra, foi quebrantar o coração orgulhoso e vaidoso de Naamã. Mais importante que fazer a nova pele surgir, foi fazer Naamã tirar o velho uniforme de comandante, cheio de medalhas, que escondia a sua lepra. Mais do que mergulhar no Jordão, ele precisava aprender a prostrar-se diante da Palavra e do poder de Deus. Ele precisava experimentar submissão, obediência, humildade e quebrantamento. A principal obra de Deus em Naamã era no seu caráter, no seu coração. Como ele, que liderava muitos batalhões, hoje, muitos discípulos precisam ser libertos da síndrome de Naamã - a velha mentalidade de que se pode ser líder sem ser modelo, isto é: ser líder com pecado escondido, vitórias por fora, derrotas por dentro. Para Deus, tão importante quanto pele nova é ter coração novo e mentalidade renovada. Na verdade, mais do que cura física (lepra), a função do rio Jordão, nesse caso, foi libertá-lo das cadeias que o acorrentavam na alma e no espírito. Só depois de ter-se humilhado, quebrantado, submetido e obedecido é que a sua cura se manifestou; para isso, ele precisou mergulhar sete vezes! Havia muita resistência para ser quebrada, muito conceito para ser mudado, muitos paradigmas para serem derrubados, muita sabedoria e conhecimento humanos para serem confrontados e renunciados. Creio que a cada mergulho algo terrível era arrancado da alma daquele homem, até que, após o último, ele levantou-se liberto! Sua pele estava limpa, porque seu coração e sua mente haviam sido tratados por Deus. Aleluia! Quando a libertação chega, o pecado sai!

De uma forma ou de outra, todos nós precisamos do teste do Jordão. Ele nos chama para um nível mais profundo de libertação e cura. Vez por outra, no processo de nos fazer líderes de multidões, o Senhor nos coloca diante do Jordão para mais um mergulho libertador e curador. Afinal, no Reino de Deus, a humildade e o quebrantamento precedem a honra, e a submissão e a obediência são as principais medalhas de um líder. Portanto, não se indigne com os tempos de Jordão. Muitas vezes Deus precisará usá-los para nos moldar, para tratar do nosso caráter.

O que tem sido o “seu Jordão”? O que tem sido um teste de humildade, quebrantamento, submissão e obediência para você? As circunstâncias desagradáveis? O seu trabalho? O seu chefe? O seu líder de célula ou de rede? Os seus pastores? Os seus liderados “problemáticos”? Não rejeite o “seu Jordão”; encare-o de frente como um teste divino de liderança e cresça. Deus quer libertar e curar você. Deus quer fazer de você um líder de muitos discípulos, mas antes você precisa ser modelo, ter o caráter tratado e a mentalidade renovada.
Continue firme – a vitória é nossa em Cristo Jesus!

ALVO DA MINHA ADORAÇÃO

Senhor eu vim aqui te encontrar,
Pelo meu louvor, te exaltar,
Eu bem sei que muitas vezes,
as palavras deixam de expressar tua pessoa.
Que a minha vida te exalte,
além do meu falar Senhor,
Que a minha vida te exalte,
além do meu cantar Senhor.
Senhor eu vim aqui te encontrar,
Pelo meu louvor, te exaltar,
Eu bem sei que muitas vezes,
as palavras deixam de expressar tua pessoa.
Que a minha vida te exalte,
além do meu falar JESUS,
Que a minha vida te exalte,além do meu cantar JESUS.
Òoo,vem Senhor,Jesus.
Tu que és o meu melhor amigo,
o mais seguro abrigo.Te amo.
Tu que me ocultaste a tua face,
me ocultaste o som da tua voz,
porém...Conheço o teu coração
O teu amor não me ocultaste, Senhor.
Eu que sou o alvo,desse teu amor,JESUS.
Venha ser o alvo da minha adoração,JESUS.

18 de jan de 2010

LEVITA, O GUERREIRO QUE PROTEGE

Existem muitos levitas, não somente pelo Brasil, que dizem ser levita, porém não exercem a metade do oficio designado pela bíblia para eles. O ministério levítico vai alem do altar, porque o que Deus tem para os levitas também esta alem do altar, por isso Ele nos pede para irmos além, pois quando vamos além, conseguimos conquistar muito mais. Conquistas é uma palavra que está intimamente ligada à tribo dos levitas, pois levita não descansa enquanto não ver o seu território conquistado e a profecia cumprida.
A palavra levita originou-se de uma das tribos de Israel, a tribo de Levi. Levi foi terceiro filho de Jacó, e o número três além de apontar para um novo começo aponta também para a trindade (Pai, Filho e Espírito Santo), Deus sempre terá um novo começo para os levitas não importa o que aconteceu, o que importa é o que você fará com a unção que Ele colocou sobre você a partir de agora.
O nome Levi tem um significado muito especial: UNIDADE. Não tinha nome melhor para Jacó dar ao filho que representava a trindade! O ministério levítico é responsável pela voz profética da unidade dentro da igreja. Quando o ministério é unido reflete na igreja, pois a igreja é ministrada através da união dos levitas e o Espírito santo se move. Afinal Jesus disse que onde estiver dois ou mais reunidos no nome dEle, ali Ele estaria. Para haver presença de Jesus no local, mover do Espírito, curas, restaurações, transformações, sinais e muito mais, é necessário haver uma união, precisamos estar unidos, e essa união começa do altar para a igreja.
A união dos levitas te um objetivo: unidos para conquistar novos territórios. E é impossível pensar em conquistas sem pensar em guerra. Não é somente ter unidade para conquistar, é ter unidade em guerra para conquistar, pois conquistas são vitórias de guerras. Então podemos dizer que a tribo de levitas é a tribo da união, porém, para honrarmos esse nome que há sobre nós não é fácil, para se ter união, é uma guerra. Satanás não quer união entre nós, pois quando somos unidos, conseguimos viver a palavra de Efésios 6:12, focalizamos o nosso alvo de guerra em satanás e suas estratégias e paramos de lutar contra carne e sangue, contra nossos irmãos. O principal alvo do diabo é fazer você se desentender com alguém dentro de sua equipe ministerial, ter problemas de relacionamentos, porque quando isso acontece, nós tiramos o foco da guerra espiritual (no diabo) e colocamos o foco da nossa guerra em pessoas, e quando fazemos isso deixamos o caminho livre para satanás agir como ele quer. Precisamos resgatar o principio da unidade em nossos ministérios, pois a igreja às vezes sofre por falta de maturidade da equipe levítica.
Em Gênesis 34:25-29, vemos uma historia fantástica que aconteceu com os filhos de Jacó. Diná, irmã de Levi havia sido desonrada, violentamente estuprada por Siquém, governador daquela região, e levada para sua casa. A bíblia narra que Levi uniu-se a Simeão, seu irmão, e juntos tomaram da espada e atacaram a cidade de Siquém totalmente desprevenida matando todos os homens que nela havia. Inclusive Siquém e seu pai Hamor. Simeão e Levi recuperaram sua irmã Diná, Saquearam a cidade apoderaram-se dos bois, ovelhas, jumentos, todo fruto do campo e todos os bens que havia na cidade.
Bem, o primeiro ponto que gostaria de ressaltar nessa historia é que o levita sempre estará disposto a entrar em qualquer guerra a fim de proteger o seu irmão e nunca desonrá-lo. Levi não havia aceitado a desonra que sua irmã estava sofrendo e foi protegê-la. Assim é o levita, não permite que ninguém toque em seu irmão, e quando toca é guerra! Proteja seu irmão, nunca o desonre e nem deixe ninguém desonrá-lo.
Em segundo lugar, Levi não estava sozinho, estava acompanhado de seu irmão Simeão na operação Diná. Simeão significa atencioso, aquele que ouve. Um levita nunca anda sozinho, sempre terá um atencioso consigo para ajudá-lo, para mim, a tradução de amigo seria Simeão (atencioso). Porém é necessário cuidado com esses atenciosos que nem sempre trazem honra para nós, afinal o levita nunca anda sozinho, seja na guerra para proteção, seja na rebelião contra seus lideres. É raro um levita desviar ou sair do propósito sozinho, na maioria das vezes carrega alguém. Cuidado com as companhias!
Em terceiro lugar, Simeão e Levi atacaram a cidade de Siquém, porém estava desprevenida. Um levita sempre terá uma estratégia contra seu inimigo e prosperará. Naquela época onde as guerras por tomadas de territórios eram constantes, seria um pouco difícil achar alguma cidade desprevenida de vigias e sentinelas. Mas a bíblia relata que Simeão e Levi tiveram uma estratégia e atacaram a cidade desprevenida. Assim será na sua vida Deus trará sobre os levitas do Brasil uma unção de sabedoria e estratégias em guerra, e o tempo da desonra ministerial esta com seus dias contados. Deus te levanta como um guerreiro para proteger seu chamado.
E em quarto lugar, os irmãos matam o inimigo (Siquém, o estuprador) e resgatam Diná do terreno do inimigo. A chamada do levita é de nunca deixar seu irmão longe de casa, longe do altar de Deus. Aconteça o que acontecer, o levita toma da espada, mata o inimigo, e resgata seu irmão da desonra trazendo de volta para a casa do Pai.
Assim como está escrito em Eclesiastes 4:12, o ministério levítico também é como um cordão de três dobras, que do original traduz-se: nunca pode ser quebrado. Isso é uma aliança, e como em toda aliança, se você a honra, você receberá honra dobrada da aliança. A palavra Levi aponta também para o elo perfeito que não tem começo nem fim. O chamado levítico não é passageiro, afinal o chamado vem de Deus, e o que vem de Deus não é passageiro, permanece para sempre.
Que o Senhor te abençoe com honra e te faça permanecer inabalável no chamado que Ele tem para sua vida!


Thiago Oliveira Martins

Líder do ministério de dança Projeto Vida

Terra do Avivamento


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